Ricardo Gama

C644867037-00000013-9/15 • GA_RV/RA GREENAUTO: Sistema de orientação do operador por RV/RA

Investigador Responsável:
Serafim Oliveira

Duração: 2022 – 2025

Membros da equipa do CISeD
José Luís Silva
Rui Pedro Duarte
João Menoita Henriques
Paulo Vaz
Daniel Albuquerque
Ricardo Gama

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Este projeto propõe inovações impactantes nos processos de controlo de qualidade através do desenvolvimento de um sistema de orientação de operadores auxiliado por realidade virtual e aumentada, esperando-se que aborde a digitalização aplicada a tarefas realizadas por operadores suportados por formação em realidade virtual e realidade aumentada. A criação de um sistema que combine esses componentes acelerará a curva de aprendizagem de novos operadores e evitará fatores críticos e erros operacionais.

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CENTRO-01-0246-FEDER-000044 • INOVC+ Ecossistemas de Inovação Inteligente da Região Centro

Membros da Equipa do CISeD:
Bruno Ferreira
Cristina Romão
Ricardo Gama
Rui Pedro Duarte
Steven Lopes Abrantes
Serafim Oliveira

Duração: 2021 – 2023

Entidades financiadoras:
FEDER

O InovC+ é um projeto regional que fomenta a valorização e transferência do conhecimento científico e tecnológico, promovendo a interação entre os 19 parceiros desta iniciativa (instituições de ensino superior, entidades de interface científico e parques de inovação) e a economia regional e consolidando o ecossistema de inovação da Região Centro. Este projeto irá financiar diversas atividades com este fim, das quais se destacam as mostras tecnológicas, o concurso de ideias de negócio ARRISCA C+, provas de conceito, ações de sensibilização e capacitação para a promoção da cultura de transferência, e proteção de conhecimento científico com potencial de transferência.

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PROJ/IPV/ID&I/023 • Mini-Olimpíadas Experimentais de Ciência

Investigador Responsável:
Maria Paula Carvalho
Duração: 2020 – 2022

Membros da equipa do CISeD
Isabel Brás
Ricardo Gama

Entidades financiadoras:
CGD; PV

A importância da educação em ciências está amplamente retratada na literatura. Há mecanismos nacionais e internacionais que avaliam os sistemas de ensino e as competências científicas dos alunos(1,2,3). As Olimpíadas de Ciência são também uma excelente ferramenta para diagnosticar problemas intrínsecos no processo ensino-aprendizagem e para ajudar a promover a ciência(4,5). Nesta competição os alunos realizam 2 provas: teórica e experimental. A prova experimental possibilita a avaliação das competências operacionais (saber-fazer) que não são avaliadas, por exemplo, nos estudos PISA e TIMSS.

Este projeto é motivado a partir de um estudo(5) que mostra que os alunos portugueses, no final do ensino secundário, têm apresentado deficit de competências experimentais quando participam nas Olimpíadas Internacionais. Mesmo sendo submetidos a um treino intensivo nos meses antecedentes às competições internacionais não conseguem desenvolver algumas das competências exigidas. É necessário promovê-las o mais precocemente ao longo de todo o percurso escolar. Assim sendo, desenhámos um estudo piloto para implementar as Mini-Olimpíadas Experimentais de Ciência, no âmbito da disciplina de Estudo do Meio do 1ºCiclo do Ensino Básico (CEB). O estudo terá como objetivos: avaliar a exequibilidade das Mini-Olimpíadas ao nível do 4º ano; sinalizar as necessidades dos professores para a prática do ensino experimental das ciências; investigar o potencial das Mini-Olimpíadas para avaliar as competências de ciência, teóricas e experimentais, dos alunos no final do 1º CEB; investigar o potencial das Mini-Olimpíadas para estimular o pensamento autónomo e a criatividade dos alunos; motivar alunos e professores para novos desafios científicos e ajudar a despertar vocações. Esta investigação realizar-se-á nos 5 Agrupamentos de Escolas do concelho de Viseu, no ano letivo 2020/21, e envolverá diretores, professores e alunos do 4º ano. Inicialmente será feito um levantamento de informação sobre os recursos de cada escola para a prática da educação em ciências. Prossegue-se para o desenvolvimento e aplicação das provas olímpicas e após o tratamento dos dados serão divulgados os resultados.

Com as conclusões serão apresentadas sugestões para o ensino das ciências no 1ºCEB.
O estudo será realizado em cooperação com a Ciência Viva, as Sociedades Portuguesas da Física, da Química e da Geologia, a Ordem dos Biólogos, a Association of Polar Early Career Scientists e a International Association for Geoethics.

Em suma, o projeto é único, porque não há em Portugal as Mini-Olimpíadas Experimentais de Ciência no fim do 1ºCEB. O IPV será pioneiro na implementação desta competição, que se pretende expandir num futuro próximo, a nível nacional.

1 http://www.oecd.org/pisa/
2 http://timssandpirls.bc.edu/timss2019/frameworks/
3 http://www.ige.min-edu.pt/upload/Relatorios/GC_EEC_2016_RELATORIO.pdf
4 https://www.dge.mec.pt/olimpiada-da-ciencia-da-uniao-europeia-euso
5 https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/43058

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Open tourist information system: A platform for touristic information management and outreach

Lopes, P., Almeida, L., Pinto, J., Jesus, J., Fernandes, D., Vieira, I., Gama, R. (2019).
Open tourist information system: A platform for touristic information management and outreach. 
Information Technology & Tourism, 21, 577-593.
https://doi.org/10.1007/s40558-019-00159-w

NORTE-01-0145-FEDER-023623 • INFO PATHS – Sistema de monitorização e controlo de percursos, de aplicação turístico-social

Duração: 2017 – 2019

Membros da Equipa do CISeD:
Fernando Santos
Isabel Oliveira
José Lousado
Ricardo Gama

Entidades financiadoras:
Programa Operacional Norte 2020,
FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional,
Fundação para a Ciência e Tecnologia

O projeto “Sistema de monitorização e controlo de percursos, de aplicação turístico-social” será implementado na região do Douro Sul, abrangendo, quer a área do turismo, quer a área das organizações sociais.
A região onde se insere a cidade de Lamego, a região Douro-Sul, caracteriza-se, por um lado, pelo incremento da população envelhecida e, por outro lado, a grande afluência de turismo sénior durante todo o ano, resultando em dois cenários de aplicabilidade deste projeto.
Ao nível das organizações sociais, pretende-se responder ao problema da monitorização, localização e controlo dos idosos, prevenindo o desaparecimento desses indivíduos e o controlo dos seus sinais vitais, através de uma solução inovadora, sem colocar em causa a sua privacidade.
Ao nível empresarial, no setor turístico, pretendemos que o sistema/produto final a desenvolver, permita aos operadores turísticos monitorizar em tempo real a deslocação dos seus clientes, com análise de situações de risco e alertas em caso de desvio acentuado da rota previamente definida.
Pretende-se com a presente proposta de projeto de investigação aplicada, analisar, conceber e implementar um sistema de controlo e monitorização de indivíduos, no campo da computação pervasiva e ubíqua não intrusiva, com aplicação na área do turismo e no campo social, nomeadamente:

a) movimentação dentro dos espaços exteriores confinados às IPSS;
b) controlo de movimentos dentro das IPSS, com análise de sinais vitais;
c) análise de percursos, com alertas de desvios de rotas;
d) integração com sistemas de informação via web services, para registo e análise em tempo real dos movimentos dos indivíduos monitorizados;
e) integração de serviços de redes e de telecomunicações, nomeadamente GPS, GPRS, redes sem fios com sistemas de apoio à decisão e de recomendação e sistemas de inteligência artificial.

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