Filipe Caldeira

Availability, Scalability, and Security in the Migration from Container-Based to Cloud-Native Applications

Nascimento, B., Santos, R., Henriques, J., Bernardo, M. V., Caldeira, F. (2024).
Availability, Scalability, and Security in the Migration from Container-Based to Cloud-Native Applications.
Computers, 13(8), 192.
https://doi.org/10.3390/computers13080192

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PIDI/CISeD/2022/008 • R-FOREST _ Restauro de solos de zonas florestais pósfogo – análise, avaliação e modelação digital do comportamento do solo

Investigador Responsável:
Elisabete Silva
Duração: 2023 – 2025

Membros da equipa do CISeD
Isabel Brás
Filipe Caldeira
João Menoita Henriques
Ana Matos

A proteção e conservação das áreas florestais queimadas requer ações específicas que devem ser desenvolvidas com uma consciencialização da realidade local em relação ao clima, hidrogeologia, expectativas sociais e economia. Estudos recentes evidenciam que os efeitos ecológicos dos tratamentos de reabilitação pós-fogo precisam ser determinados e levados em consideração no momento de definição dos modelos de gestão das florestas, pois algumas opções poderão aumentar o nível de degradação do solo. Consequentemente, é urgente avaliar os efeitos das opções tomadas e garantir que estes sejam incluídos no processo de tomada de decisão. O principal objetivo da R-FOREST é trabalhar sobre áreas florestais queimadas nos últimos anos para que sejam mais resistentes aos fogos e erosão, e deste modo incrementar a resiliência dos ecossistemas florestais. Os objetivos específicos que se pretendem atingir são: 1- Avaliação do efeito do fogo na dinâmica física e química do solo queimado; 2 – Avaliação do restauro do solo através do uso do mulching com diferentes aditivos e o seu efeito na recuperação do ecossistema, e utilizar imagens de satélite para melhorar a caracterização e previsão dos seus constituintes; 3- Modelação e validação dos efeitos observados para previsão da evolução das propriedades do solo; e 4 – Promoção do envolvimento de todas as partes interessadas, nomeadamente os proprietários de terras e autoridades, sobre a importância da proteção do solo para ter um ecossistema resiliente.
Primeiramente, far-se-á a caracterização da área queimada, avaliando os efeitos do fogo nas propriedades físicas e químicas do solo. Em seguida, 2 áreas com cerca de 0,5 hectare cada (0,5 ha queimado e 0,5 ha não queimado) serão usadas para desenvolver diferentes vias de recuperação do solo através do mulching, usando composto de resíduos urbanos e resíduos agro-florestais. Os critérios para a escolha dos melhores aditivos será com base na capacidade de recuperação do solo, medindo indicadores ambientais. Serão realizadas campanhas de amostragem para avaliar a evolução das propriedades físicas e químicas do solo, os índices da qualidade do solo através do teor de substâncias húmicas e bioindicadores. Recorrendo a técnicas estatísticas univariadas e multivariadas, serão feitas comparações entre as áreas estudadas para destacar os efeitos da intervenção. Modelos preditivos e respetiva validação permitirão descrever padrões estruturais e comparar o efeito do clima e das técnicas de restauração do solo na respetiva qualidade. O sucesso da implementação das medidas selecionadas dependerá principalmente do envolvimento dos proprietários que deverão estar conscientes da necessidade da gestão florestal sustentável da região, combinados, com esforços voluntários de conservação, para manter a biodiversidade, aumentando o valor intrínseco da floresta. A integração de todos os propósitos será realizada com o envolvimento de investigadores, proprietários de terrenos, empresas e associações locais num painel comunitário participativo.

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PIDI/CISeD/2023/013 • Práticas de Mobilidade Sustentável

Investigador Responsável:
Eduardo Miguel Teixeira Mendonça Gouveia
Duração: 2023 – 2025

Membros da equipa do CISeD
Filipe Manuel Simões Caldeira
Vasco Eduardo Graça Santos
Maria Elisabete Ferreira Silva
José Luis Mendes Loureiro Abrantes
Paulo Joaquim Antunes Vaz

A dinâmica impressa ao mercado da mobilidade elétrica aliada às questões ambientais e tecnológicas conduz a um paradigma que envolve vários agentes da cadeia de energia desde produtores, consumidores, comercializadores e operadores de rede.
Desde logo, os utilizadores particulares e entidades, vêm-se confrontados com várias soluções de mobilidade onde se incluem veículos com motor térmico, híbridos ou puramente elétricos. No caso dos EV, Electric Vehicles, a tomada de decisão inclui escolhas que são revestidas de diversos níveis de sofisticação, desde o carregamento de uma viatura elétrica a partir de uma simples tomada monofásica de 16 Amperes até soluções mais complexas onde se incluem a montagem de Wall box.
Outras variáveis como o tipo de carregamento (rápido/lento) e a vida útil das baterias é também importante. A opção tarifária mais adequada a cada caso, assim como, as manutenções inerentes a cada tipo de solução de mobilidade adensam a decisão.
No que se refere à produção de energia (autoconsumo) e considerando o perfil do utilizador, será importante uma reflexão sobre soluções de mobilidade que considerem produção energia por via renovável (solar fotovoltaico, outra) em que o EV possa constituir um ponto de armazenagem dessa energia com a consequente avaliação do potencial benefício económico e a consequente minimização da pegada ecológica, evidenciando a pegada de carbono.
Por outro lado, toda esta dinâmica de mobilidade sustentável irá ter impacto ao nível das redes elétricas. O operador de rede terá agora que lidar com estas “novas” realidades minimizando o impacto na rede, nomeadamente ao nível dos trânsitos de potência e ainda na qualidade de onda de tensão. Também ao nível do cliente final existem relatos de situações em que os inversores “retiram” a produção fotovoltaica da rede perante situações de perturbações na qualidade de onda de tensão. Estas situações devem ser avaliadas ao nível do operador de rede quando as mesmas tiverem causas externas na sua origem ou ao nível do próprio consumidor quando a origem da perturbação for interna.
A presente proposta de projeto pretende ser um contributo a vários níveis em vários agentes: utilizadores, produtores de energia (autoconsumo), operadores de rede, público em geral pelos eventuais benefícios ambientais apuráveis.
Os resultados pretendidos incluem a orientação de dissertações, plataformas digitais, publicação em revista científica e comunicações. Poderão ser enquadrados ainda protocolos para o estudo de soluções de mobilidade sustentável no âmbito de agentes locais. Em termos de resultados será também muito importante a organização de atividades de divulgação para difundir os resultados obtidos junto da comunidade, bem como para melhorar a visibilidade dos trabalhos de investigação e desenvolvimento no setor da mobilidade e transportes.

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Combining K-Means and XGBoost Models for Anomaly Detection Using Log Datasets

Henriques, J., Caldeira, F., Cruz, T., Simões, P. (2023).
Combining K-Means and XGBoost Models for Anomaly Detection Using Log Datasets.
In Víctor A. V. (Ed.), Advanced Cybersecurity Services Design (pp. 57-72).
Switzerland: MDPI.
doi:10.3390/electronics9071164

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PIDI/CISeD/2023/010 • SafeSec-M-Audit – Estrutura de Monitorização e Auditoria de Segurança e Saúde no Trabalho

Investigador Responsável:
Filipe Manuel Simões Caldeira
Duração: 2023 – 2025

Membros da equipa do CISeD
João Pedro Menoita Henriques

A indústria da Construção Civil caracteriza-se por envolver projetos de elevada complexidade, dimensão e orçamentos com recurso a numerosos recursos humanos.
Não obstante, os seus estaleiros de obra são ambientes propícios à ocorrência de acidentes, alguns deles fatais ou com lesões graves, em resultado do número de trabalhadores, bens e equipamentos que nele circulam e que neles operam. As quedas são uma das causas mais recorrentemente associadas a acidentes. Outras consequências dos acidentes decorrem dos custos resultantes de indemnizações e novas contratações, responsabilidades legais e atrasos nos trabalhos para além do impacto na reputação das organizações.
Pese embora exista o enquadramento legal nacional da gestão de saúde e segurança no trabalho, com os seus conceitos e normas, a obrigatoriedade do uso de EPI’s (equipamentos de proteção individual), verifica-se que existe uma forte rejeição por parte dos trabalhadores relativamente à sua utilização. Alguns dos problemas são mitigados por profissionais de gestão da segurança, através da identificação dos riscos laborais no estaleiro, formação na utilização e manuseamento de EPIs, bem como a sensibilização para comportamentos seguros. No entanto, estes estão desconexos da realidade de operações no estaleiro de obras.
Para superar esta realidade, este projeto propõe uma estrutura (framework) de auditoria de segurança e saúde do trabalho com o objetivo de diminuir o número de acidentes de trabalho. Este projeto pretende ainda definir um modelo que vise identificar a melhor distribuição de sensores pelos locais da obra evitando acidentes e minimizando o seu tempo de resposta. Dado o grande volume e velocidade dos dados a recolher para os processos de monitorização em tempo real, será proposto um hub agregador de mensagens que permita a troca eficiente entre os diversos intervenientes. Irá procurar-se potenciar a sua escalabilidade e confiabilidade através da definição de um conjunto de indicadores de desempenho (KPIs) para garantir qualidade dos serviços disponibilizados da framework de uma forma ininterrupta e com tempos de resposta rápidos quando confrontados com grandes cargas.

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