[SWACES] Social Web Applied to Culture, Economy and Society

Participation sphere: A model and a framework for fostering participation in organizations

Quental, C., Gouveia, L. B. (2018).
Participation sphere: A model and a framework for fostering participation in organizations.
In Handbook of Research on Civic Engagement and Social Change in Contemporary Society (pp. 16-39).
Hershey PA, USA: IGI Global.
DOI: 10.4018/978-1-5225-4197-4.ch002

Real Options: An Evaluation Tool for a Photovoltaic System for Self-consumption

Fialho, J., Pinto, P., Gomes, A. L. (2018).
Real Options: An Evaluation Tool for a Photovoltaic System for Self-consumption.
International Journal of Energy and Power Engineering, 7(5), 59-65.
Retrieved from http://article.sciencepublishinggroup.com/pdf/10.11648.j.ijepe.20180705.12.pdf

The global code of ethics for tourism: the belief that tourism can make a meaningful contribution to people

Carvalho, A. B. (2018).
The global code of ethics for tourism: the belief that tourism can make a meaningful contribution to people.
In Sustainable Tourism Law.
Portugal: ESHTE / INATEL, 2018.
Retrieved from http://hdl.handle.net/10400.19/5333

PTDC/GES-GCE/32259/2017-POCI-01-0145-FEDER-032259 • TWINE – Co-creating sustainable Tourism & Wine Experiences in rural areas

Membros da equipa do CISeD
Carla Silva
Cristina Barroco

Entidades financiadoras:
FCT
COMPETE2020
PORTUGAL2020
Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

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O projeto TWINE visa estudar a cocriação de experiências turísticas em destinos enoturísticos rurais, centrando-se nas rotas da Bairrada do Dão e da Beira Interior, situadas entre o litoral e o interior da região Centro. Com vista a aprofundar metodologias e resultados de um projeto anterior sobre a experiência integral em meio rural em Portugal, o projeto é liderado pela Universidade de Aveiro (projeto ORTE –PTDC/CS-GEO/104894/2008), integrando ainda o Instituto Politécnico de Viseu e a Universidade da Beira Interior, bem como peritos (do Reino Unido, Alemanha e Portugal) em enoturismo, turismo rural sustentável e desenvolvimento regional. A investigação-ação promove a troca de informação entre investigadores, comunidades, agentes de desenvolvimento e stakeholders do turismo e do setor do vinho.

A experiência turística será estudada nas dimensões: cognitiva, sensorial, comportamental, emocional, relacional, económica e espacial. Será dado destaque aos contextos físico, social e cultural da experiência de enoturismo, tal como a experiências turísticas complementares (turismo cultural, de natureza, bem-estar). Para a análise da experiência turística integral (antes, durante e pós-viagem) utilizar-se-ão metodologias inovadoras (a reação a material promocional com rastreio ocular e feedback psicofisiológico, na pré-visita; rastreamento dos movimentos turísticos e photo-elicitation durante a visita; e análise de conteúdos gerados pelos turistas em redes sociais, na pós-visita), visando a identificação de elementos centrais para o desenho e promoção de produtos turísticos experienciais apelativos.

A composição e o funcionamento do “ecossistema” vitivinícola, em parte definido pelas rotas, serão explorados em termos de: a) motivações, atitudes e ações dos agentes de oferta; b) atitudes e ações das comunidades locais; c) articulação e gestão das redes de atores, recursos, atrações e equipamentos. Será dada atenção ao contexto dinâmico do mercado internacional e ao contexto territorial específico, especialmente às diferenças litoral-interior.

A equipa de investigação de cariz multidisciplinar (com especialização em geografia, sociologia rural, desenvolvimento regional, análise de redes, gestão, empreendedorismo, inovação, comportamento do consumidor, psicologia, marketing e turismo) contribuirá para uma compreensão abrangente das oportunidades de cocriação de experiências em enoturismo apelativas e sustentáveis bem como das condições de sucesso do ecossistema enoturístico. Em termos globais, o projeto visa fomentar o desenvolvimento rural sustentável nos enodestinos estudados com base em novas formas de negócio assentes em recursos endógenos, gerando maior riqueza e criando novos postos de trabalho. Pretende ainda conceber um modelo de desenvolvimento local que se possa replicar em outras regiões vitivinícolas, promovendo rotas de eno-turismo que beneficiem as economias, comunidades e visitantes.

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NORTE-01-0145-FEDER-023623 • INFO PATHS – Sistema de monitorização e controlo de percursos, de aplicação turístico-social

Duração: 2017 – 2019

Membros da Equipa do CISeD:
Fernando Santos
Isabel Oliveira
José Lousado
Ricardo Gama

Entidades financiadoras:
Programa Operacional Norte 2020,
FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional,
Fundação para a Ciência e Tecnologia

O projeto “Sistema de monitorização e controlo de percursos, de aplicação turístico-social” será implementado na região do Douro Sul, abrangendo, quer a área do turismo, quer a área das organizações sociais.
A região onde se insere a cidade de Lamego, a região Douro-Sul, caracteriza-se, por um lado, pelo incremento da população envelhecida e, por outro lado, a grande afluência de turismo sénior durante todo o ano, resultando em dois cenários de aplicabilidade deste projeto.
Ao nível das organizações sociais, pretende-se responder ao problema da monitorização, localização e controlo dos idosos, prevenindo o desaparecimento desses indivíduos e o controlo dos seus sinais vitais, através de uma solução inovadora, sem colocar em causa a sua privacidade.
Ao nível empresarial, no setor turístico, pretendemos que o sistema/produto final a desenvolver, permita aos operadores turísticos monitorizar em tempo real a deslocação dos seus clientes, com análise de situações de risco e alertas em caso de desvio acentuado da rota previamente definida.
Pretende-se com a presente proposta de projeto de investigação aplicada, analisar, conceber e implementar um sistema de controlo e monitorização de indivíduos, no campo da computação pervasiva e ubíqua não intrusiva, com aplicação na área do turismo e no campo social, nomeadamente:

a) movimentação dentro dos espaços exteriores confinados às IPSS;
b) controlo de movimentos dentro das IPSS, com análise de sinais vitais;
c) análise de percursos, com alertas de desvios de rotas;
d) integração com sistemas de informação via web services, para registo e análise em tempo real dos movimentos dos indivíduos monitorizados;
e) integração de serviços de redes e de telecomunicações, nomeadamente GPS, GPRS, redes sem fios com sistemas de apoio à decisão e de recomendação e sistemas de inteligência artificial.

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