cristina

Marketing motivations influencing food choice in 16 countries: segmentation and cluster analysis

Henriques, C., Matos, A., Malva, M., Bartkienė, E., Djekić, I., Tarcea, M., Sarić, M. M., Černelič-Bizjak, M., Dolar, V., EL-Kenawy, A., Ferreira, V., Klava, D., Korzeniowska, M., Vittadini, E., Leal, M., Frez-Muñoz, L., Papageorgiou, M., Szűcs, V., Correia, P. M., Guiné, R. P. (2022).
Marketing motivations influencing food choice in 16 countries: segmentation and cluster analysis.
Insights into Regional Development, 4(1), 10-25.
https://doi.org/10.9770/IRD.2022.4.1(1)

The Fisherman’s Route – Project of sustainability and pedagogical practices

Carvalho, M., Martins, S., Santos, E., Carvalho, A. B. (2022).
The Fisherman’s Route – Project of sustainability and pedagogical practices.
Journal of Information Systems Engineering and Management, 7(4), 18085.
https://doi.org/10.55267/iadt.07.12536

Legislação nacional comunitária, livres de ser quem somos

Carvalho, A. B. (2022).
Legislação nacional comunitária, livres de ser quem somos.
In Uma visão interdisciplinar sobre a transexualidade no séc XXI. Coimbra, Portugal: HUMUS, Snob Livraria e Editora.
Retrieved from https://www.livrariasnob.pt/product/uma-visao-interdisciplinar-sobre-a-transexualidade-no-seculo-xxi

The new social world of communication digital transformation during the pandemic time

Carvalho, A. B. (2022).
The new social world of communication digital transformation during the pandemic time.
In The Social World after COVID19. Reino Unido: Cambridge.
Retrieved from https://www.cambridgescholars.com/product/978-1-5275-9108-0

PIDI/CISeD/2021/003 • BioVALOR – Ecoponto Florestal: Valorização Integrada da Biomassa e digitalização da sua gestão

Investigador Responsável:
Isabel Paula Lopes Brás
Duração: 2021 – 2023

Membros da equipa do CISeD
Elisabete Silva
Sérgio Lopes
Paulo Pinho
Filipe Caldeira
Edmundo Marques
José Vicente Ferreira

No cenário atual de alterações climáticas e de envelhecimento da população nas zonas rurais, os incêndios florestais têm causado cada vez mais impactes económicos, ambientais e sociais nestas áreas. A solução que melhor aceitação tem, passa pela correta gestão de combustíveis florestais, incluindo o seu aproveitamento energético e material. Por outro lado, os relatórios produzidos anualmente, refletem a grande relevância das práticas do uso de fogo para destruição dos sobrantes agroflorestais enquanto causa de incêndios rurais. Existem alguns projetos científicos em curso que preveem a valorização descentralizada da biomassa agroflorestal produzida nas comunidades, mas existe uma grande falta de informação sobre as suas características, tanto do ponto de vista qualitativo, como quantitativo (variação do volume depositado ao longo do ano). Desta forma e de modo a informatizar todo o processo, é proposta a introdução de tecnologia digital, nomeadamente com recurso a sensores IoT e aplicações para a web. Através da recolha, processamento e análise de dados, será possível aferir diversas variáveis, gerar relatório e posteriormente otimizar os processos.

No Município de Viseu existe uma rede de ecopontos florestais que permitem aos residentes depositar os resíduos agroflorestais, evitando a necessidade da realização de queima de amontoados potencialmente causadores de incêndios. Em função do seu caráter de inovação, interesse e utilidade, estas estruturas vieram abrir várias linhas de investigação científica com vista à conceção de ecopontos florestais de segunda geração que possam ser disseminados por todo o território nacional.
Assim, o projeto BioValor tem como atividades: 1) a caracterização físico-química da biomassa que é depositada ao longo do ano no ecoponto florestal alvo de estudo e a criação de uma rede de sensores IoT para recolha de dados e desenvolvimento de plataformas digitais de comunicação entre as entidades envolvidas; 2) a avaliação do potencial de valorização material desta biomassa em processos de compostagem e de mulching, ambos recorrendo à monitorização digital para controlo e monitorização, complementar ao controlo analítico; 3) a análise das possibilidades de valorização energética com aproveitamento local; 4) a avaliação de ciclo de vida das opções em estudo, contabilizado os diferentes inputs regionais; e 5) a definição de boas práticas de conceção e operação dos ecopontos florestais tendo em vista a otimização do seu funcionamento e a mitigação do risco de incêndio florestal que uma estrutura desta natureza tem intrínseco.

Considera-se que este projeto para além de melhorar a conceção dos ecopontos florestais, através da utilização de novas tecnologias (como por exemplo: drone para registo de imagens e vídeo, plataformas de comunicação e rede de sensores de monitorização das condições de operação), irá promover a sua reprodução por outros municípios portugueses e por outros países. Assim, é importante que haja um esforço importante na disseminação dos seus resultados e uma associação a entidades chave neste processo, tais como a Câmara Municipal de Viseu, as Juntas de Freguesia, o Centro da Biomassa para a Energia, a Central de Biomassa, entre outros.

Espera-se que o projeto BioValor contribua de forma decisiva, não apenas para a resolução dos desafios suscitados pelos incêndios rurais, mas também para a valorização das zonas rurais, criando riqueza e postos de trabalho. Fundamentalmente, que os seus resultados sejam um importante contributo para a definição de políticas públicas.

PIDI/CISeD/2021/002 • Combinações de relações bancárias e detentores do seu capital, custos de financiamento, performance e estrutura de capital das empresas

Investigador Responsável:
Pedro Manuel Nogueira Reis
António Pedro Soares Pinto

Duração: 2021 – 2023

A revisão da literatura identifica o efeito do poder de mercado do sistema bancário nos custos de financiamento da empresa (Wang et al., 2020; Abubakr & Esposito, 2012; Han et al., 2015), na estrutura de capital das pequenas empresas (Degryse et al., 2012), da inclusão financeira – acesso adequado, atempado e a custos reduzidos a um conjunto de produtos e serviços financeiros regulados, aumentando o bem-estar financeiro (Banco de Portugal, 2017) – e no desempenho da empresa (Chauvet & Jacolin, 2017). Contudo, pelo que seja do nosso conhecimento, ainda não foi realizado qualquer estudo que avalie o impacto das possíveis combinações das relações com as diversas instituições bancárias, bem como com as características dos seus detentores de capital, com as quais as empresas estabelecem relações, na sua atividade. O estudo incide sobre Pequenas e Médias Empresas (PME´s), que representam cerca de 99,9% do tecido empresarial português em 2019 (PORDATA, 2021) e 99,9% do tecido empresarial espanhol em janeiro de 2020 (MINISTERIO DE INDUSTRIA, COMERCIO Y TURISMO, 2021), constituindo este o grande impulso e motivação para a realização desta investigação. Para além, das características da carteira de credores de financiamento remunerado, o estudo contempla diferentes variáveis de controlo, tais como, a idade das empresas, o número de empregados, total de ativos, localização da empresa, quantidade de bancos de relação da empresa, entre outras características que se tornem relevantes para a análise.

OBJETIVOS
Este estudo procura avaliar de que forma as características das principais instituições bancárias que concedem crédito à empresa e, as relações de combinação entre elas, condicionam a estrutura de capital, os custos de financiamento e o desempenho das empresas, nomeadamente, nas de menor dimensão. Para além deste objetivo, também as características dos detentores de capital que controlam as instituições financeiras com as quais as empresas estabelecem relação será propósito de análise, no que respeita à sua influência na atividade financeira e operacional da empresa.
O universo da amostra em análise, será constituído por PME’s ibéricas, recolhido na base de dados SABI – Bureau Van Dijk, com recurso à análise de dados seccionados. Pretende-se também, aferir a prevalência, ou não, de diferenças significativas no comportamento das empresas portuguesas e espanholas.
Os dados serão analisados recorrendo a técnicas de inferência estatística como testes de hipóteses paramétricos e não paramétricos, regressão multivariada com recurso a equações simultâneas, modelando pelo estimador de 2 ou 3 estágios dos mínimos quadrados, procurando dar resposta às questões em investigação.

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PIDI/CISeD/2021/001 • Industrial Augmented Reality (IAR)

Investigador Responsável:
José Silva
Duração: 2021 – 2023

Membros da equipa do CISeD
Olga Contente
Serafim Oliveira
Daniel Gaspar

As constantes mudanças da envolvente contextual e a contínua globalização provocam alterações no mercado, que obrigam as empresas a procurarem novas tecnologias para aumentarem a produtividade e a rentabilidade. Além disso, as exigências dos clientes forçam as empresas a tornarem os seus sistemas produtivos mais flexíveis, eficientes e competitivos.

É devido a estas mudanças que surge a necessidade de implementar sistemas interconectados, integrados numa plataforma de IoT industrial (IIoT – Industrial Internet of Things), apoiada na conexão dos equipamentos e sistemas de produção, de modo que as empresas tenham a capacidade de criar redes inteligentes ao longo da cadeia de valor e, assim, controlar e comandar os processos de forma independente e em tempo real.

A implementação nas organizações de ecossistemas inteligentes e interconectados permite tomar decisões de forma descentralizada. Contudo, é necessário facultar ferramentas que ajudem na tomada de decisão, na monitorização das operações e na redução de erros pelo operador.
Este projeto visa responder a esse desafio com a aplicação de soluções desenvolvidas em realidade aumentada (RA) em ambiente industrial.

A integração da RA num sistema produtivo permite reduzir os erros de produção e aumentar a eficiência do desenvolvimento do produto, uma vez que existe um acompanhamento constante durante a realização das tarefas.

Este projeto assenta em três objetivos fundamentais.
Um dos objetivos deste projeto é a implementação de soluções desenvolvidas em RA, em várias aplicações industriais, nomeadamente, na realização de intervenções de manutenção (inspeção com apoio remoto ou acesso a instruções em janelas virtuais), na orientação dos colaboradores através de procedimentos, quer seja a primeira vez ou uma tarefa recorrente, utilizando instruções holográficas passo-a-passo e na emissão de alertas aos utilizadores com os detalhes necessários para a execução das operações.
O outro objetivo é a integração do sistema RA com uma plataforma IIoT existente, o que permitirá obter e visualizar em tempo real a informação desejada de cada equipamento, como por exemplo, a temperatura de funcionamento, o consumo energético ou o estado de condição dos componentes que integram o equipamento.
É também objetivo deste projeto o desenvolvimento da melhor solução de visualização tendo em conta as particularidades de cada aplicação, de modo que a interação com as projeções seja fluida e com reduzida latência.
Serão desenvolvidos objetos digitais, de equipamentos industriais, por meio de algoritmos de programação e realizado a digitalização espacial para o referenciamento dos pontos de ancoragem do espaço real onde esses objetos serão imersos.

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