[DDSS] Digital Decision Support Systems

POCH-04-5267-FSE-000818 • Qualidade dos sistemas de ensino e formação de ensino não superior – Formação de docentes e outros agentes de educação e formação

Investigador Responsável:
Susana Amante
Membros da Equipa do CISeD:
Isabel Oliveira
Rui Pedro Duarte

Duração: 2020 – 2023

Entidades financiadoras:
Fundo Social Europeu, Compete2020

O projeto de Formação de docentes e outros agentes de educação e formação tem por base a capacitação para a co-criação de inovação de docentes do ensino superior politécnico e profissional. Os principais objetivos são:

  • Promover e criar condições que permitam aos docentes a melhoria da qualidade, da eficácia e da eficiência das suas práticas pedagógicas, através do uso de novas ferramentas e novos métodos;
  • Possibilitar a melhoria contínua do processo ensino aprendizagem e vivenciar o processo de co-criação como cocriadores e também facilitadores;
  • Desenvolver novas competências, dos docentes, que permitam interagir com diferentes organizações;
  • Preparar os alunos para melhor atenderem às necessidades da sociedade, possibilitando a sua participação no desenvolvimento sustentável, através da resolução de desafios reais. A par da resolução de desafios os alunos adquirem competências transversais de desenvolvimento do pensamento crítico, de comunicação, de trabalho em equipa e de trabalho colaborativo.
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PROJ/IPV/ID&I/023 • Mini-Olimpíadas Experimentais de Ciência

Investigador Responsável:
Maria Paula Carvalho
Duração: 2020 – 2022

Membros da equipa do CISeD
Isabel Brás
Ricardo Gama

Entidades financiadoras:
CGD; PV

A importância da educação em ciências está amplamente retratada na literatura. Há mecanismos nacionais e internacionais que avaliam os sistemas de ensino e as competências científicas dos alunos(1,2,3). As Olimpíadas de Ciência são também uma excelente ferramenta para diagnosticar problemas intrínsecos no processo ensino-aprendizagem e para ajudar a promover a ciência(4,5). Nesta competição os alunos realizam 2 provas: teórica e experimental. A prova experimental possibilita a avaliação das competências operacionais (saber-fazer) que não são avaliadas, por exemplo, nos estudos PISA e TIMSS.

Este projeto é motivado a partir de um estudo(5) que mostra que os alunos portugueses, no final do ensino secundário, têm apresentado deficit de competências experimentais quando participam nas Olimpíadas Internacionais. Mesmo sendo submetidos a um treino intensivo nos meses antecedentes às competições internacionais não conseguem desenvolver algumas das competências exigidas. É necessário promovê-las o mais precocemente ao longo de todo o percurso escolar. Assim sendo, desenhámos um estudo piloto para implementar as Mini-Olimpíadas Experimentais de Ciência, no âmbito da disciplina de Estudo do Meio do 1ºCiclo do Ensino Básico (CEB). O estudo terá como objetivos: avaliar a exequibilidade das Mini-Olimpíadas ao nível do 4º ano; sinalizar as necessidades dos professores para a prática do ensino experimental das ciências; investigar o potencial das Mini-Olimpíadas para avaliar as competências de ciência, teóricas e experimentais, dos alunos no final do 1º CEB; investigar o potencial das Mini-Olimpíadas para estimular o pensamento autónomo e a criatividade dos alunos; motivar alunos e professores para novos desafios científicos e ajudar a despertar vocações. Esta investigação realizar-se-á nos 5 Agrupamentos de Escolas do concelho de Viseu, no ano letivo 2020/21, e envolverá diretores, professores e alunos do 4º ano. Inicialmente será feito um levantamento de informação sobre os recursos de cada escola para a prática da educação em ciências. Prossegue-se para o desenvolvimento e aplicação das provas olímpicas e após o tratamento dos dados serão divulgados os resultados.

Com as conclusões serão apresentadas sugestões para o ensino das ciências no 1ºCEB.
O estudo será realizado em cooperação com a Ciência Viva, as Sociedades Portuguesas da Física, da Química e da Geologia, a Ordem dos Biólogos, a Association of Polar Early Career Scientists e a International Association for Geoethics.

Em suma, o projeto é único, porque não há em Portugal as Mini-Olimpíadas Experimentais de Ciência no fim do 1ºCEB. O IPV será pioneiro na implementação desta competição, que se pretende expandir num futuro próximo, a nível nacional.

1 http://www.oecd.org/pisa/
2 http://timssandpirls.bc.edu/timss2019/frameworks/
3 http://www.ige.min-edu.pt/upload/Relatorios/GC_EEC_2016_RELATORIO.pdf
4 https://www.dge.mec.pt/olimpiada-da-ciencia-da-uniao-europeia-euso
5 https://estudogeral.uc.pt/handle/10316/43058

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PROJ/IPV/ID&I/005 • iPV with Health Plus: Dinâmicas e estratégias de inclusão para a promoção e literacia em saúde no ensino superior

Investigador Responsável:
Carlos Albuquerque
Duração: 2020 – 2022

Membros da equipa
do CISeD

Isabel Paula Lopes Brás

Entidades financiadoras:
CGD; PV

Este projeto transdisciplinar de investigação-ação prevê o desenvolvimento de dinâmicas e estratégias inovadoras de promoção de saúde alicerçadas num paradigma salutogénico que procura capacitar a pessoa na gestão dos seus recursos de saúde e na melhoria da sua literacia em saúde. Parte de uma necessidade territorial identificada e discutida com os stakeholders locais (profissionais de saúde e comunidade académica) face à inexistência de uma estratégia inclusiva, criativa, dinâmica e concertada de promoção de comportamentos salutogénicos na comunidade discente do Instituto Politécnico de Viseu (IPV).

Atendendo à experiência da equipa de investigação na conceção e implementação de programas de promoção de saúde e de soluções tecnológicas aplicadas aos cuidados de saúde, esta necessidade foi assumida como uma oportunidade de trabalhar em rede e aproveitar sinergias entre diversos parceiros da área clínica, do ensino e da investigação.

O objetivo principal do projeto “iPV with Health Plus” consiste no desenvolvimento, implementação e avaliação de um programa integrado e institucional de promoção de saúde, criando recursos e estruturas organizacionais para apoiar estes processos junto da comunidade estudantil do IPV.

Estruturado em 10 tarefas complementares, este projeto surge alinhado com as recomendações e desafios plasmados no atual Plano Nacional de Saúde, assente nas mais diversas directrizes internacionais, destacando-se a aposta num sistema de vigilância epidemiológica dos determinantes de saúde, com reforço das estratégias organizacionais e da cultura institucional no domínio da saúde. Assim sendo, suportados por um sólido trabalho em rede entre instituições de ensino superior e cuidados de saúde primários, o projeto “iPV Health+” irá proceder à monitorização dos determinantes em saúde dos estudantes do IPV, à avaliação das suas necessidades em saúde, à criação do um Observatório do Estado de Saúde dos Estudantes do IPV e à criação do Grupo de Promoção da Saúde, promovendo uma atuação integrada, multidisciplinar e multidimensional no domínio da promoção da saúde junto da comunidade estudantil do IPV. Para este desiderato, a equipa de investigação irá também desenvolver e avaliar um programa de intervenção inovador e inclusivo que, com recurso a tecnologias interativas (app), promova, de forma estruturada, a literacia em saúde e os comportamentos saudáveis.

As expectativas de impacto deste projeto superam claramente as questões relacionadas com a produção científica e disseminação do conhecimento. Pretende-se contribuir de forma sustentada, inclusiva e duradoura para a conceção e implementação de respostas organizacionais centradas na promoção de comportamentos salutogénicos, criando interfaces tecnológicos e estruturas que permitam agilizar os processos de monitorização, intervenção e acompanhamento dos estudantes do IPV no âmbito das suas necessidades de saúde, projetando a instituição, desta forma, para um patamar de referência nacional.

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PROJ/IPV/ID&I/019 • WASTECLEAN – Integração de desperdícios agroalimentares ricos em compostos fitoquímicos e bioativos numa agricultura

Investigador Responsável:
José Luís Pereira
Duração: 2020 – 2022

Membros da equipa do CISeD
Isabel Paula Lopes Brás
Maria Elisabete Ferreira Silva
Rui Pedro Duarte

Entidades financiadoras:
CGD; PV

Na última década a agricultura sustentável tem ganho ênfase. Para o desenvolvimento deste tipo de agricultura é necessário a procura de práticas agrícolas que permitam melhorar a produção e reduzir o impacto negativo no ambiente. Uma dessas práticas passa por reutilizar os resíduos da produção agroalimentar. Muitos desses resíduos são ricos em compostos fitoquímicos (lenhinas, celuloses, hemiceluloses e polifenóis) que, quando adicionados ao solo o podem melhorar. Contudo, muitas vezes a aplicação direta desses resíduos ricos em polifenóis. A compostagem é uma prática que poderá resolver essa problemática. Contudo, o processo de compostagem também está associado ao aumento da emissão de gases com efeito de estufa (GEE), embora esta emissão de GEE esteja muito dependente das características físico-químicas dos materiais que são compostados.

Um outro resíduo da produção agroalimentar que quando aplicado diretamente ao solo pode induzir poluição são os efluentes pecuários, em particular o chorume animal. Através deste são libertados para o solo (e posteriormente para as plantas) elevadas quantidades de gene resistentes a antibióticos e há também a presença de vírus da hepatite E. Uma forma de valorizar estes chorumes é fazendo a aplicação de carbonáceos (biochar), pois há indicação de que a aplicação do biochar pode mitigar a transferência destes agentes microbiológicos para o ambiente.

Assim, importa caracterizar os principais subprodutos/resíduos da região, nomeadamente determinar quantidade em polifenóis, taninos, celuloses, hemiceluloses das principais produções agrícolas da região (engaço de uva, rama de oliveira, lenhas de poda, resíduos de brássicas e bróculo, resíduos da produção de castanha, resíduos de planta aromáticas). Avaliar a evolução destes compostos ao longo do processo de compostagem e avaliar também a emissão de GEE e tentar relacionar a emissão de GEE com a composição química dos materiais. Importa também avaliar posteriormente, a aplicação do compostado resultante, no solo, e o se efeito no desenvolvimento e produção de uma cultura hortícola.

Sendo uma região rica em produção animal, importa também valorizar os seus resíduos, nomeadamente a utilização de chorume. É premente utilizar práticas de higienização dos chorumes para evitar contaminações no solo. Assim, propomo-nos avaliar o efeito do biochar como prática de higienização e ao mesmo tempo avaliamos a sua eficácia na redução da emissão de GEE.

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Ultra-Early versus early aneurysm surgery after subarachnoid hemorrhage: A retrospective outcome analysis

Carvalho, M. T., Lage, A. C., Pereira, R., Gonçalves, J., Matos, A., Henriques, C., Barbosa, M. (2020).
Ultra-Early versus early aneurysm surgery after subarachnoid hemorrhage: A retrospective outcome analysis.
Arquivos Brasileiros de Neurocirurgia: Brazilian Neurosurgery, 39(02), 095-100.
DOI: 10.1055/s-0040-1709202

Human Visual System vs Convolution Neural Networks in food recognition task: An empirical comparison

Furtado, P., Caldeira, M., Martins, P. (2020).
Human Visual System vs Convolution Neural Networks in food recognition task: An empirical comparison.
Computer Vision and Image Understanding, 191 (2020), 102878.
http://dx.doi.org/10.1016/j.cviu.2019.102878

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