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EON EDUCAÇÃO ON

Investigador Responsável:
Daniel Azevedo

Duração: 2024 – 2027

Entidades financiadoras:
Universidade UniAnchieta

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A Universidade UniAnchieta, situada em Jundiaí, no estado de São Paulo, Brasil, constitui uma instituição de ensino superior amplamente reconhecida pela sua tradição e excelência académica. Fundada com o propósito de oferecer uma formação de elevado nível, a UniAnchieta distingue-se pela integração de ensino, investigação e extensão, desempenhando um papel relevante no desenvolvimento social e económico da região.
Dispondo de uma ampla oferta de cursos de licenciatura, pós-graduação e extensão em domínios como saúde, engenharia, tecnologia, educação, gestão e ciências sociais, a universidade compromete-se a formar profissionais altamente qualificados, aptos a enfrentar os desafios de um mercado de trabalho em constante evolução. Dotada de infraestruturas modernas e adequadamente equipadas, integra laboratórios especializados, bibliotecas actualizadas e plataformas de aprendizagem virtual que suportam tanto o ensino presencial como o ensino a distância.
Reconhecida ainda pela sua sólida aposta na investigação científica e na inovação, a UniAnchieta estabelece parcerias estratégicas com empresas, instituições académicas e centros de investigação a nível nacional e internacional. Esta abordagem permite que estudantes e docentes participem em projectos de impacto significativo na sociedade, promovendo a convergência entre o conhecimento académico e as exigências contemporâneas;
A ADIV – Associação para o Desenvolvimento e Investigação de Viseu é uma entidade sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento regional através de atividades de investigação, ensino e formação. Fundada em 1995, a ADIV atua como uma interface entre o Instituto Politécnico de Viseu (IPV) e a comunidade socioeconómica envolvente, desenvolvendo projetos nas áreas de formação profissional, organização de eventos, estudos, publicações científicas e empreendedorismo.
A formação profissional é uma das suas áreas de destaque, abrangendo temas como formação de professores, contabilidade, gestão, informática, construção civil, transportes e segurança no trabalho. Para além disso, organiza colóquios, seminários e congressos que fomentam a partilha de conhecimento e a discussão de temas relevantes para a comunidade académica e profissional.
A ADIV também realiza estudos e projetos que contribuem para o desenvolvimento regional, em áreas como engenharia, gestão, marketing digital e consultoria, assim como edita publicações científicas que disseminam resultados de investigação. Paralelamente, apoia iniciativas empreendedoras que dinamizam a economia local e regional.

PTCENTRODIH – DIGITAL INNOVATION HUB DA REGIÃO CENTRO

Membros da Equipa do CISeD:
Rui Pedro Monteiro Amaro Duarte
João Pedro Menoita Henriques
Ana Cristina Wanzeller Guedes Lacerda
Steven Lopes Abrantes
José Francisco Monteiro Morgado
Pedro Manuel de Oliveira Martins
Carlos Augusto da Silva Cunha
Filipe Manuel Simões Caldeira
Artur Jorge Afonso de Sousa

Duração: 2023 – 2025

Entidades financiadoras:
IAPMEI

ASSOCIAÇÃO POOL-NET – PORTUGUESE TOOLING & PLASTICS NETWORK; ASSOCIAÇÃO PARA O PÓLO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO E ELECTRÓNICA – TICE.PT; INOVCLUSTER – ASSOCIAÇÃO DO CLUSTER AGRO-INDUSTRIAL DO CENTRO; ASSOCIAÇÃO PLATAFORMA PARA A CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL; UNIVERSIDADE DE AVEIRO;UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR; UNIVERSIDADE DE COIMBRA; INSTITUTO POLITÉCNICO DE CASTELO BRANCO; INSTITUTO POLITECNICO DE COIMBRA; INSTITUTO POLITECNICO DA GUARDA; INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA; INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR; INSTITUTO POLITECNICO DE VISEU; AIBILI – ASSOCIAÇÃO PARA INVESTIGAÇÃO BIOMÉDICA E INOVAÇÃO EM LUZ E IMAGEM; ASSOCIAÇÃO BLC3 – CAMPUS DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO; CENTIMFE – CENTRO TECNOLÓGICO DA INDÚSTRIA DE MOLDES, FERRAMENTAS ESPECIAIS E PLÁSTICOS; CENTRO TECNOLOGICO DA CERAMICA E DO VIDRO(CTCV); INSTITUTO DE TELECOMUNICAÇÕES; INSTITUTO PEDRO NUNES-ASSOCIAÇÃO PARA A INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO EM CIENCIA E TECNOLOGIA; ITECONS – INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO PARA A CONSTRUÇÃO, ENERGIA, AMBIENTE;AEMITEQ-ASSOCIAÇÃO PARA A INOVAÇÃO TECNOLOGICA E QUALIDADE

2019-1-PT01- KA202-060782 •
beeP Foster for beekeeping bridges through innovative and participative training

Membros da Equipa do CISeD:
Valter Alves
Rui Pedro Duarte

Duração: 2019 – 2022

Entidades financiadoras:
Programa ERASMUS + – KA2 – Cooperation for innovation and the exchange of good practices; KA202 – Strategic Partnerships for vocational education and training
→ site do projeto

O projeto “beeB – Foster for beekeeping bridges through innovative and participative training” conta com a contribuição de seis países europeus (Portugal, Espanha, Itália, Croácia, Noruega e Estónia) para desenvolver ferramentas que permitam aos apicultores familiares, ou a quaisquer outros apicultores não profissionais, adquirir competências nesta área, utilizando formas de formação inovadoras e adaptativas, baseadas em práticas apícolas ecológicas e de boa qualidade.

POCH‐04‐5267‐FSE‐000818 •
Formação de docentes e outros agentes de educação e formação

Duração: 2020 – 2023

Membros da equipa
do CISeD

Rui Duarte

Entidades financiadoras:
POCH; PORTUGAL2020; Fundo Social Europeu

Objetivo Principal • Qualidade e inovação do sistema de educação e formação

Principais Indicadores
120 • Número de participantes em ações de formação de docentes e outros agentes de educação
12 • Número de turmas ou ações de formação
80% • Percentagem de formandos (docentes ou outros agentes de educação ou formação) originários de instituição de ensino superior
20% • Percentagem de formandos (docentes ou outros agentes de educação ou formação) originários de instituição de ensino profissional

PDR2020-101-FEDER-032043 • ClimCast – Os novos desafios do souto no contexto das alterações climáticas

Duração: 2018 – 2021

Membros da equipa do CISeD
Isabel Brás

Entidades financiadoras:
PDR2020;
PRORURAL+;
PRODERAM2020;
PORTUGAL2020;
Fundo Europeu de Agrícola de Desenvolvimento Regional

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Identificação do problema ou oportunidade que se propõe abordar

A produção da castanha é fortemente condicionada pelas condições meteorológicas médias e extremas verificadas durante o seu ciclo anual. As doenças e pragas que afetam e dizimam os castanheiros estão também associados condições ambientais específicas. Assim, o potencial económico e a estratégia de desenvolvimento da Fileira da Castanha em Portugal enfrenta as dificuldades resultantes da variabilidade climática e das alterações climáticas (ver anexo técnico). As projeções de clima para o futuro em Portugal sugerem mudanças significativas nos valores médios (temperatura e precipitação mensal e anual), na variabilidade e na magnitude e frequência de eventos extremos (e.g., precipitação intensa, seca, ondas de calor, etc.). Esta iniciativa surge no contexto da estratégia de crescimento da Fileira (aumento da área de produção) e tem como objetivo fornecer um conjunto de produtos de suporte à decisão política e de apoio às associações de produtores. Alterações climáticas observadas atualmente e projetadas para o futuro, como o aumento global da temperatura do ar e alterações no regime de precipitação, terão entre outros efeitos, um forte impacto no coberto vegetal, extremamente dependente das condições atmosféricas.

O castanheiro apresenta fragilidades decorrentes da pouca tolerância à conjugação dos stresses hídrico e térmico que resultam na perda de vigor e produtividade bem como um aumento anormal da taxa de mortalidade de árvores. De facto, dados recentes do INE para o período entre 2000 – 2015 revelam que a produção de castanha:
(i) diminuiu de 33 000 para 24 000 ton, apesar do aumento da área de cultivo de 29 000 para 35 000 ha; e,
(ii) apresenta elevada variabilidade interanual com os casos extremos claramente associados à ocorrência de episódios climáticos extremos durante a estação de crescimento.

Para além disso, há que ter em conta as ameaças bióticas e abióticas, responsáveis por flutuações indesejáveis no mercado do fruto (produção e cotação), que constituem sérios problemas à indústria de processamento da castanha. Apesar desta situação, o setor apresenta uma forte dinâmica de crescimento refletida num plano estratégico, enquadrado na proposta do grupo europeu da castanha, para contrariar a diminuição da produção de castanha na Europa, no sentido de aumentar a área de produção para 50 000 ha até 2020. Esta iniciativa/proposta surge no sentido de aproveitar a oportunidade da estratégia de desenvolvimento do setor e, no contexto de alterações climáticas.

Objetivos visados
Num quadro de forte dinâmica de crescimento de áreas de novas plantações é urgente dar informação precisa aos potenciais investidores sobre o modelo de cultura. Pretende-se caracterizar as regiões do ponto de vista das condições climáticas presentes e futuras bem como fornecer um conjunto de parâmetros bióticos e abióticos climaticamente influenciáveis que permitam aos técnicos e produtores tomar as melhores decisões decorrentes das alterações climáticas, nomeadamente, adaptar, com sucesso, os soutos existentes às novas condições edafoclimáticas e definição das novas áreas de cultivo, visando manter os níveis adequados de produção de castanha.
Os objetivos do ClimCast incluem:

– Comparar comportamento do conjunto das variedades recomendadas para cada DOP em locais com condições climáticas contrastantes;
– Monitorizar a evolução dos solos onde serão feitas as plantações, dada a dependência das suas características físico-químicas e biológicas com as condições meteorológicas e climáticas, nomeadamente da temperatura e precipitação;
– Implementar o sistema de monitorização climática ClimCast a partir de cada uma dessas unidades de demonstração, que permitirá recolher informação detalhada em cada SD, melhorar o conhecimento da relação entre as condições meteorológicas e o castanheiro e que será o embrião de uma futura rede de avisos para o castanheiro;
– Identificar as variáveis meteorológicas, índices de deteção remota e outros parâmetros (e.g., índices de seca) com maior potencial preditivo da produtividade da castanha em Portugal;
– Caracterizar climaticamente as principais regiões produtoras de castanha, nas condições atuais e de clima futuro para permitir selecionar a melhor variedade para cada situação edafoclimatica;
– Mapear as regiões produtoras e potencialmente produtoras de castanha em função das suas características climáticas e consequente aptidão para a produção de castanha, criando uma graduação da situação de risco da cultura;
– Desenvolver modelos climáticos de produtividade e carta de produção potencial da castanha em Portugal;

E, finalmente, produzir um manual de boas práticas de cultura da castanha, no contexto de alterações climáticas, destinado aos produtores deste sector.

Sumário do plano de ação
Os novos desafios para o souto no contexto de alterações climáticas. O potencial económico e a estratégia de desenvolvimento da Fileira da Castanha em Portugal enfrenta várias dificuldades resultantes da variabilidade e das alterações climáticas. A produção da castanha é fortemente condicionada pelas condições meteorológicas médias e extremas verificadas durante todo o seu ciclo anual. As doenças e as pragas que afetam e dizimam os castanheiros bem como a presença das podridões e pragas nos frutos estão também associados condições ambientais específicas. As projeções de clima para o futuro em Portugal sugerem mudanças significativas nos valores médios (temperatura e precipitação mensal e anual), na variabilidade e na magnitude e frequência de eventos extremos (e.g., precipitação intensa, seca, ondas de calor, etc.). Esta iniciativa surge no contexto da estratégia de crescimento da Fileira (aumento da área de produção) e tem como objetivo fornecer um conjunto de produtos de suporte à decisão política e de apoio às associações de produtores.

Pontos de situação / Resultados
As ações do GO centram-se em dois grandes eixos:
1) Instalação de soutos demonstração acompanhados da instalação de Estações meteorológicas
2) Modelação climática.

Em relação ao ponto 1, começamos por salientar que a data de inicio do GO acabou por condicionar a instalação dos soutos. Na verdade a primeira reunião geral do GO foi a 13 de janeiro de 2018, data em que apesar do adiantado da época para preparar plantações se decidiu avançar. Veio mais tarde a verificar-se não ter sido a melhor opção porque as plantações foram feitas a partir de inícios de março, tendo-se verificado bastante insucesso nos pegamentos conforme reportado nos relatórios. Daí para cá, fizeram-se as replantações e foram feitas as primeiras enxertias em 2019. Estamos ainda numa fase de reenxertias, embora se tenha já começado a retirar informação dos soutos.
Em relação ao ponto 2, os trabalhos de modelação estão numa fase bastante avançada, havendo já modelos de previsão de produção, baseados em histórico de dados climáticos, com grau bastante grande de fiabilidade. Em relação aos dados das estações meteorológicas estão a centralizados, estando articulado todo o processo.

ALG-01-0145-FEDER-016432 / LISBOA-01-0145-FEDER-016432 / POCI-01-0145-FEDER-016432 •
Utilização de tecnologias de reflectometría no melhoramento do futuro internet das coisas e sistemas ciber-físicos

Duração: 2017 – 2021

Membros da equipa
do CISeD

Daniel Albuquerque

Entidades financiadoras:
CRESC ALGARVE2020; LISBOA2020; COMPETE2020; PORTUGAL2020; Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

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Acronym: RETIOT

Main Objective:
RETIOT aims to create a new competence area in Portugal on Reflectometry Technologies applied to the future Internet of Things and Cyber-Physical Systems based on a multidisciplinary research including optics, radio and autonomous systems.

GRANT AGREEMENT ID: 700581 • ATENA Advanced Tools to Assess and Mitigate the Criticality of Ict Components and their Dependencies over Critical Infra-structures

Membros da Equipa do CISeD:
Filipe Caldeira
João Henriques

Duração: 2016 – 2018

Entidades financiadoras:
Comissão Europeia; Secure societies;
Protecting freedom and security of Europe and its citizens

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Leonardo – Societa Per Azioni, It.lia (Coordenador); Consorzio Per La Ricerca Nell’ Automatica E Nelle Telecomunicazioni C.R.A.T., It.lia; Creos Luxembourg SA, Luxemburgo; Universita Degli Studi Roma Tre, Itália, Agenzia Nazionale Per Le Nuove Tecnologie, L’energia E Lo Sviluppo Economico Sostenibile, Itália; The Israel Electric Corporation Limited, Israel; Itrust Consulting Sarl, Luxemburgo; Multitel, Bélgica; Sapienza SL, Espanha; Universite du Luxembourg Luxemburgo; Universidade de Coimbra, Portugal; La Societe Wallonne Des Eaux, Bélgica; Institute of Baltic Studies, Estónia.

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